domingo, 16 de julho de 2023

Sobre a Energisa e os relatórios



Gente,

Vou fazer algumas observações sobre os relatos.

A parte de língua portuguesa fica com o professor Miquéias, claro, mas, já adianto para vocês tentarem evitar as mesmas palavras na mesma frase/ período, tipo: então, depois, na sequência etc são exemplos que vocês podem usar. Podem usar todas, obviamente e quando vocês as usam com um espaço maior no seu texto dá mais fluidez. O lance é não ficar repetindo as mesmas palavras em cada frase/ período, ok? Ex.: “Tipo, então, a gente foi lá em tal lugar então a gente fez tal coisa então depois a gente foi ver tal coisa então depois tremeu etc”...
A gente que é professor usa muitos marcadores da fala tipo: é, não é, então, sim, não, entendeu, sacou, sabe? São coisas que a gente se policia pra não falar tanto mas que na oralidade acaba saindo mesmo assim, então super normal a fala de vocês, só falo para atentarem no momento de escrever pra não reproduzirem isso na escrita, certo?

Como o texto de você foi oral, isso não foi um critério para diminuir a nota, obviamente, mas, a observação foi só para ajudar a mostrar que vocês possuem um repertório maior de palavras além dessas para não usarem só as mesmas, ok? O prof Miquéias deve falar sempre sobre isso na produção de texto/ redações de vocês.

Os relatos considerei entre bons e muito bons, os fracos foram poucos. Achei que realmente foram falas de uma experiência vivenciada. Quase 100% com uma sequência cronológica, o que é importante para a gente não se perder no tempo e no espaço.

Alguns poucos “lapsos” de tempo na história. Teve uma informação equivocada temporalmente sobre os Dom Pedro I e II. Independência é Dom Pedro I, Dom Pedro II não tem nada a ver com isso. A “independência” foi com Dom Pedro I em 1822, no feriado que a gente ama do 7 de setembro. Dom Pedro II assume o trono só em 1840 após o golpe da maioridade, ou seja, telefone/ lâmpada e independência não têm nada a ver. Vamos estudar isso em breve no 8º ano.
Sobre o charuto/ cachimbo, podem ter existido charutos circulando pelo Brasil sim já desde o século XVIII num formato adaptado do que conhecemos hoje, mas, o mais comum para a época era o cachimbo mesmo.

Sobre a conservação dos alimentos fiquei triste que nenhum aluno meu lembrou das especiarias mas digo mais, fiquei feliz pois estávamos falando de Brasil e não do mundo como um todo. O sal no Brasil foi um dos principais conservantes dos alimentos.

A gente fica chocado com o óleo de baleia hoje em dia, né? Mas naquela época não era algo em extinção como hoje então era algo “comum” sobretudo para o pessoal das classes mais elevadas!

A mudança da textura no piso foi um plus em alguns relatos pra quem quis se ater à sala do século XIX.

Andressa, o instrumento era graMofone hahaha! Te amo! <3

O último relato que ouvi foi de Yasmin Noemi no domingo 16/7 às 21h21min

Se alguém enviou depois disso, não ouvi ainda! Mas, espero que atentem às observações acima, tá bom?! Abraçosss e bjsss da prof!!!

A Revolta de Princesa (1930)