Gente,
Vou fazer algumas observações sobre os relatos.
A parte de língua portuguesa fica com o professor Miquéias,
claro, mas, já adianto para vocês tentarem evitar as mesmas palavras na mesma
frase/ período, tipo: então, depois, na sequência etc são exemplos que vocês
podem usar. Podem usar todas, obviamente e quando vocês as usam com um espaço
maior no seu texto dá mais fluidez. O lance é não ficar repetindo as mesmas
palavras em cada frase/ período, ok? Ex.: “Tipo, então, a gente foi lá em tal
lugar então a gente fez tal coisa então depois a gente foi ver tal coisa então
depois tremeu etc”...
A gente que é professor usa muitos marcadores da fala tipo: é, não é, então,
sim, não, entendeu, sacou, sabe? São coisas que a gente se policia pra não
falar tanto mas que na oralidade acaba saindo mesmo assim, então super normal a
fala de vocês, só falo para atentarem no momento de escrever pra não reproduzirem
isso na escrita, certo?
Como o texto de você foi oral, isso não foi um critério para
diminuir a nota, obviamente, mas, a observação foi só para ajudar a mostrar que
vocês possuem um repertório maior de palavras além dessas para não usarem só as
mesmas, ok? O prof Miquéias deve falar sempre sobre isso na produção de texto/
redações de vocês.
Os relatos considerei entre bons e muito bons, os fracos
foram poucos. Achei que realmente foram falas de uma experiência vivenciada. Quase
100% com uma sequência cronológica, o que é importante para a gente não se
perder no tempo e no espaço.
Alguns poucos “lapsos” de tempo na história. Teve uma
informação equivocada temporalmente sobre os Dom Pedro I e II. Independência é
Dom Pedro I, Dom Pedro II não tem nada a ver com isso. A “independência” foi
com Dom Pedro I em 1822, no feriado que a gente ama do 7 de setembro. Dom Pedro
II assume o trono só em 1840 após o golpe da maioridade, ou seja, telefone/
lâmpada e independência não têm nada a ver. Vamos estudar isso em breve no 8º
ano.
Sobre o charuto/ cachimbo, podem ter existido charutos circulando pelo Brasil
sim já desde o século XVIII num formato adaptado do que conhecemos hoje, mas, o
mais comum para a época era o cachimbo mesmo.
Sobre a conservação dos alimentos fiquei triste que nenhum
aluno meu lembrou das especiarias ☹ mas digo mais, fiquei feliz pois estávamos falando
de Brasil e não do mundo como um todo. O sal no Brasil foi um dos principais
conservantes dos alimentos.
A gente fica chocado com o óleo de baleia hoje em dia, né?
Mas naquela época não era algo em extinção como hoje então era algo “comum”
sobretudo para o pessoal das classes mais elevadas!
A mudança da textura no piso foi um plus em alguns relatos
pra quem quis se ater à sala do século XIX.
Andressa, o instrumento era graMofone hahaha! Te amo! <3
O último relato que ouvi foi de Yasmin Noemi no domingo 16/7 às 21h21min
Se alguém enviou depois disso, não ouvi ainda! Mas, espero que
atentem às observações acima, tá bom?! Abraçosss e bjsss da prof!!!